08 de Agosto de 2022 | 22:49
Campo Grande
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Noticia de: 21 de Julho de 2022 - 13:15
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Politicando com Jota Menon

CONVENÇÕES – No processo de confirmação das candidaturas à eleição de 2 de outubro, quem realiza primeiro a Convenção Partidária em Mato Grosso do Sul será o União Brasil da pré- candidata Rose Modesto (foto).

Ela e seu grupo definem os candidatos a governador, vice, senador e seus suplentes, deputado federal e deputado estadual na próxima sexta-feira, dia 22. Até o momento a deputada federal Rose Modesto não tem um candidato a vice definido. Para presidente Rose e correligionários deverão apoiar o pré-candidato do partido, Luciano Bivar, que tem anunciado o nome da senadora Soraya Thronicke (UB) como candidata a vice-presidente. A senadora não confirma e nem desmente, só desconversa.

CONVENÇÕES (1) – O Psol será o segundo partido a oficializar sua candidatura ao Governo do Estado. Com o apoio do Rede Sustentabilidade, o partido homologa a candidatura do líder comunitário Adonis Marcos (foto à esquerda). A “federação” Psol-Rede deve confirmar o apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República

CONVENÇÕES (2) – Se não houver nenhuma mudança de plano, menos de uma semana depois do Psol, quem realiza a convenção para escolha de chapas majoritária e proporcional será o PSD da família Trad. O partido confirma, no dia 30 de julho, no Clube Nipo-Brasileiro, o ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (foto à direita), como candidato a governador. O partido ainda não se definiu se apoiará Lula ou Bolsonaro. Pela história política dos irmãos Trad, a lógica seria apoiar Bolsonaro, mas como lógica não está valendo mais nada em política pode se esperar qualquer coisa das convenções partidárias.


CONVENÇÕES (3) – A federação formada pelo PT, PV e PCdoB e que tem como pré-candidata a advogada Giselle Marques (foto à esquerda) na disputa, também deve realizar sua convenção no mesmo dia da convenção dos Trad, 30 de julho. Por enquanto está definido o nome do candidato a senador da chapa, o advogado Thiago Botelho. No âmbito da disputa pelo Senado, a federação partidária terá o apoio do publicitário e escritor Henrique de Medeiros, presidente da Academia de Letras do Estado e proprietário da agência Slogan Propaganda. Já a proporcional petista terá como grande puxador de votos o ex-governador Zeca do PT – pelo menos assim pensa a companheirada.

CONVENÇÕES (4) – A convenção do PRTB irá acontecer entre os dias 1º e 5 de agosto, com o deputado estadual Renan Contar (foto à direita) na cabeça da chapa e o advogado Beto Figueiró (PRTB) como vice. O candidato ao governo diz que não há qualquer chance de acordo e só espera a convenção para colocar o bonde na rua. Mesmo sem o apoio do PP de Tereza Cristina, o parlamentar anunciou que irá apoiá-la para o Senado. Durante a campanha, Renan Contar e seu vice devem se apresentar como os autênticos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro buscando desqualificar os candidatos dos partidos que apoiam o presidente no Estado sem, contudo, o apoiar em nível nacional.


CONVENÇÕES (5) – No último dia do prazo para a realização das convenções, o MDB reúne os seus convencionais para confirmar o nome do ex-governador do Estado André Puccinelli (foto à esquerda) a governador e anunciar os demais componentes da chapa majoritária. Coligado com o Solidariedade, o partido disponibiliza o nome do vereador Papy (SD) para ser vice de André. Ele, Papy, diz que se sente preparado e acredita ter potencial para ajudar na chapa. Puccinelli chegou a querer que a candidata Rose Modesto fosse sua a vice, porém ela optou em trilhar o próprio caminho tanto que não perdeu tempo e foi logo marcando a convenção do seu partido.


CONVENÇÕES (6) – Por fim, a homologação da pré-candidatura do ex-secretário de estado de Infraestrutura, Eduardo Riedel (foto à direita), do PSDB, ocorrerá também no último prazo para as convenções partidárias, dia 5 de agosto, no Clube Estoril. Com o apoio do Progressista (PP), da pré-candidata ao Senado, Tereza Cristina, o PSDB, que ainda conta com o apoio do PL e do Republicanos, faz sigilo sobre com quem irá compor a chapa majoritária. Os nomes cotados são os dos deputados estaduais Coronel David (PL), ligado ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e Mara Caseiro (PSDB), que se elegeu prefeita de Eldorado no ano 2000 e foi reeleita em 2004.

SEM INTERFERÊNCIA – O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) repetiu o que todos os governadores que o antecederam no cargo falaram, ou seja, afirmou que não irá interferir na escolha do vice.

PROPORCIONAIS – Os partidos, agora sem coligações ou federações, terão que montar suas próprias chapas proporcionais. Nesse quesito, a lógica manda afirmar que a “grande chapa” será a do PSDB que certamente elegerá uma boa bancada e ficará com uma turma de suplentes com maior votação do que outros deputados eleitos.


PROPORCIONAIS (1) – Quem também tem uma boa chapa proporcional e pode voltar a contar com até cinco ou mais deputados estaduais eleitos, é o MDB de André Puccinelli. O partido conta com os candidatos à reeleição Márcio Fernandes e Renato Câmara, o ex-deputado e presidente estadual da legenda, Júnior Mochi, o também ex-deputado Antônio Carlos Arroyo e o médico, Dr. Flávio Barbosa (foto à esquerda com Puccinelli), que tem aparecido bem nas pesquisas de intenção de votos e tem tudo para fazer o Bolsão voltar a ter representatividade na Assembleia Legislativa.


PROPORCIONAIS (2) – O PT também pode melhorar sua representatividade na Assembleia, onde conta atualmente com os nomes de Pedro Kemp e Amarildo Cruz concorrendo à reeleição. Para isso, o partido aposta suas fichas numa votação estrondosa do ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT (foto à direita). Ele já está no livro dos recordes de votação do Estado, sendo o vereador mais votado da história de Campo Grande e o deputado federal mais votado da história do Estado.

PROPORCIONAIS (3) – Muitos partidos que concorrerão com suas chapas puras, já que coligações ou federações continuam proibidas, terão que rebolar para atingir o número mínimo de votos (coeficiente eleitoral) para eleger o primeiro representante da bancada. Pode ocorrer de candidato ficar até entre os mais votados e não se eleger, fato que aconteceu com Dante de Oliveira na década de 1990, quando ele foi o deputado federal mais votado do Mato Grosso e não se elegeu porque a soma de seus votos com os votos dos demais candidatos do seu partido, o PDT, não atingiu o coeficiente eleitoral.

MUDANÇA DE NOME – Aprovada no fim de junho, a lei federal 14.382, conhecida como Lei de Registros Públicos, permite desde a sanção presidencial, que qualquer cidadão maior de 18 anos modifique seu nome diretamente em cartório de registro civil. Salvo em casos de suspeita de fraude, falsidade e má-fé —análise que deve ser feita pelo oficial de registro—, os solicitantes não têm a necessidade de explicar sua motivação.


ANIVERSARIANTES ESPECIAIS – Abro espaço especial para registra o aniversário de minha filha caçula, Samara Augusta, na foto, acima à esquerda, ao lado de suas duas princesinhas, Lilian, aniversariante de ontem, 18, e Lívia, que assoprou velinhas no último dia 9.

Ainda registro o aniversário do meu cunhado João Aparecido Zanqui (foto à direta com a filha Ana Beatriz), também neste dia 19. Às minhas filha e netas e ao cunhado Cido os mais sinceros votos de felicidade mesclada a sucesso, saúde e paz, sempre!

UMA BOA NOTÍCIA – Ao titular desta coluna a notícia é alvissareira. Registrado como Waldovir José Menon, com W no início, no Livro A-1, Folhas 243 sob número 942, em 28 de outubro de 1961, quem datilografou o Registro de Nascimento anotou Valdovir José Menon, com V. O colunista cresceu, estudou primário, secundário e faculdade de Jornalismo como Valdovir; fez o Serviço Militar como Valdovir; casou-se e registrou suas filhas como Valdovir o que fez com os filhos de suas filhas fossem netos do Valdovir, com V e não do Waldovir, com W. Como a nova lei será possível reparar o erro sem muito desgaste e gasto.

VIVA O PORCO – Com V ou cm W, Waldovir ou Valdovir, uma coisa não muda com o errinho nas letras: a paixão incontida pelo maioral, sensacional, espetacular e detentor da “defesa que ninguém passa” e da “linha atacante de raça”. Viva o meu Verdão do Parque Antárctica. Sigam o Líder! Viva o Porco!

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