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Noticia de: 16 de Novembro de 2016 - 12:02
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Conjuntura

Willams Araújo

Divulgação

Blindagem

Corregedor da Assembleia Legislativa de MS, Maurício Picarelli (PSDB) deve se pronunciar em breve sobre o escândalo envolvendo os deputados Paulo Corrêa (PR) e Felipe Orro (PSDB), flagrados em grampo telefônico tramando fraude no ponto de frenquencia dos servidores. O ponto fictício proposto pelo republicano seria uma forma de blindar o legislativo de reportagem investigativa do Fantástico (Rede Globo), que apura a existência de fantasmas nas Assembleias do País.

Ativa

Quem apostou que a Operação Lama Asfáltica, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), havia encerrado as investigações perdeu feio. A apuração dos fatos está mais viva do que nunca e promete novos episódios. Um contador foi preso em flagrante no fim da tarde de segunda-feira (14), suspeito de usar documentos faltos, durante a 4ª fase da Operação, que investiga desvio milionário de dinheiro público durante o mandato de André Puccinelli (PMDB).

Ralo

Denominada Caduceu, a Operação atesta que o esquema dava suporte para prática de crimes de corrupção, sonegação e lavagem de dinheiro envolvendo profissional de contabilidade e empresas investigadas na operação Lama Asfáltica. Foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão nessa fase. A Lama Asfáltica investiga um grupo criminoso que desviava recursos de obras públicas em Mato Grosso do Sul por meio de fraudes em licitações e recebimento de propinas.

In loco

O ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT de MS) disse que Lula acompanhava de perto o que acontecia na Petrobras durante seu governo. O delator da Lava Jato foi processado pelo ex-presidente, que pede indenização por danos morais. Em entrevista a Jovem Pan, o “ex-senador de todos” foi questionado se Lula é o pai do mensalão e do petrolão. Sobre o assunto, ele ironizou dizendo que “Lula nunca sabe de nada, no petrolão também”.

Derrocada

Na mesma entrevista, o ex-senador disse que “viu bem” como o ex-presidente acompanhava de perto a Petrobras. “Era uma política de Estado, [de ter] a Petrobras como alavancadora do desenvolvimento e do crescimento do País”, disse. Delcídio disse que a derrocada da Petrobras e do governo de Lula se deu após o mensalão. “Quando vem o mensalão, o governo Lula teve que se rearrumar internamente, começa a compartilhar o seu governo e escolhe o PMDB como seu parceiro principal”, afirmou.

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