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Noticia de: 26 de Setembro de 2016 - 11:05
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Conjuntura

Willams Araújo

Divulgação

Dia 2

Falta apenas uma semana para as eleições e as pesquisas indicam a possibilidade de confronto na capital entre os candidatos do PSD, Marquinhos Trad, e do PSDB, Rose Modesto. Isso se não houver surpresa como em outros pleitos em que os institutos apontavam uma tendência e tiveram de engolir resultados adversos. Ainda assim, muitos acreditam que o prefeito Alcides Bernal (PP) irá tirar um deles do páreo. De qualquer forma, tudo está em aberto até domingo, porque a pesquisa que vale é a das urnas.

Indecisão

Na verdade, apesar dos números das pesquisas de intenções de voto, há um elevado índice de indecisos no maior colégio eleitoral sul-mato-grossenses, o que pode comprovar o ceticismo de muita gente em relação aos dois candidatos que vão disputar o segundo turno. Embora na reta final da campanha eleitoral, tudo pode mudar até o dia 2 de outubro. Por enquanto, Marquinhos Trad e Rose Modesto estão tecnicamente empatados também no quesito rejeição, com 17% e 16,40% respectivamente, segundo o instituto Data-max.

Indefinição

Difícil mesmo está à situação de 344 candidatos em Mato Grosso do Sul. É que eles tiveram suas candidaturas indeferidas pela Justiça Eleitoral por irregularidades distintas. Mesmo assim, arriscam em pedir votos por aí afora. Desse total, 23 disputam prefeituras ou cargos de vice. Os demais 321 tentam uma cadeira na Câmara de Vereadores em todo o Estado, conforme atesta levantamento divulgado na edição de domingo pelo portal Globo.com.

Outdoor

Um outdoor com a frase Cadê o Pacto Federativo? foi instalado pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) em uma das vias movimentadas de Brasília. O objetivo da frontlight é alertar os parlamentares para a gravidade dos problemas que inviabilizam as prefeituras de Norte a Sul do País. A campanha antecede o movimento municipalista organizado pela entidade, da qual a Assomasul é filiada, que ocorrerá no dia 5 de outubro, no Auditório Petrônio Portela, no Senado.

Via Sacra

Além da queda da receita por conta do decréscimo do FPM, eles reclamam que dos quase 400 programas oficiais que o governo oferece aos municípios estão com seus valores defasados. “É inaceitável continuar recebendo 30 centavos para adquirir a merenda escolar de um aluno; R$ 10 mil para manter uma equipe da Estratégia de Saúde da Família – com médico, enfermeira, veículo e motorista de custo final acima de R$ 30 mil”, queixam-se, lembrando ainda a dívida de R$ 43 bilhões em restos a pagar.

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