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Noticia de: 21 de Setembro de 2016 - 11:47
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Conjuntura

Willams Araújo

Divulgação

Vexame

Gleisi Hoffmann e seus comparsas andaram repercutindo nas redes sociais a retirada em bloco dos governos da Bolívia, Costa Rica, Cuba, Equador e Nicarágua no momento em que o presidente Michel Temer (PMDB-SP) foi anunciado para abrir a Assembleia Geral da ONU, em Nova York  (EUA). Para analistas, bancados até dia desses pelos governos de Lula e Dilma não poderiam fazer outra coisa, a não ser dar vexame igual ao que os xiitas deram por aqui ao longo de 13 anos.

Patrimônio

Secretário de Finanças durante o governo relâmpago de Gilmar Olarte, Scaff teria registrado em seu nome 96 imóveis, conforme apurou o MPE-MS (Ministério Público Estadual). Na comparação dos rendimentos como servidor municipal e o total de bens que possui, os promotores levantaram suspeita de irregularidade. Esse argumento também foi informado à Justiça na solicitação dos mandados de prisão preventiva (sem prazo para encerrar).

Suador

A manhã de ontem foi de muita expectativa entre os vereadores da Capital em relação à operação que o Gaeco desencadeou logo nas primeiras horas. Pensava-se, em princípio, que se tratava da Coffee Break e, nessa, muitos deles estão envolvidos. Mas, por sorte, foi a Midas, que envolve o Procurador Jurídico da Câmara. Ainda assim, dois parlamentares e um ex foram convidados a depor sobre as ‘maracutaias’ ocorridas na curta gestão de Gilmar Olarte (PROS).

Nem me fale

Em razão da reta final da campanha, tudo que os vereadores envolvidos na Coffee Break não querem saber é de nova fase da operação. Caso qualquer novidade desfavorável venha à tona neste momento é para, praticamente, sepultar de vez a candidatura deles à reeleição. E olha que quase a metade dos atuais parlamentares é citada como suspeita de receber dinheiro para votar pela cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). O caso está nas mãos de um desembargador.

Lugar certo

Aliás, por falar em Coffee Break, não será nada mau para quem ficar na suplência das coligações que abrigam vereadores envolvidos na operação. Quem estiver enrolado e se reeleger pode, no futuro, abrir a vaga para aquele que estiver em primeiro na fila. Vale lembrar que essa atual legislatura foi tão modificada que fica difícil saber quem é quem na ordem do dia. Algumas foram por motivo de eleição a deputado, uma por eleição a vice-governador e outras por cassações ou renúncia.

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