09 de Dezembro de 2018 | 22:04

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Noticia de: 15 de Setembro de 2016 - 12:59
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Conjuntura

Willams Araújo

Divulgação

Ácidos

Os números das pesquisas devem ter mexido com o humor dos candidatos a prefeito de Campo Grande. Depois que os resultados das primeiras foram divulgados, virou tal de denúncia pra cá, denúncia pra lá que até aonde isso vai acabar ninguém sabe. A única coisa verdadeira nesse processo eleitoral é que o eleitor já está de saco cheio de tanta asneira. Sabe ele muito bem que a cada eleição é a mesma cantilena, ou seja, um tentando pregar rabo no outro.

Mais números

Aliás, mais três pesquisas devem pintar a qualquer momento na Capital. A mais importante entre elas é a do Datafolha, que costuma acertar sempre que é chamada para analisar o processo em curso. Mais uma nacional e uma regional também devem mostrar o atual cenário envolvendo a disputa pela prefeitura. Não será por falta de consulta ao povão, neste caso, que os candidatos vão errar na dose, ou melhor, no discurso.

Nem te vi

Todo mundo tem dado destaque à rejeição do atual prefeito Alcides Bernal (PP) mostrada nas pesquisas de intenções de voto. Entretanto, seus oponentes não têm usado esses dados para tirar proveito da situação. Sabem eles que se o progressista não chegar ao segundo turno, poderá ser o definidor do pleito. Isso faz com que seus concorrentes passem longe desses números para não atrapalhar uma futura aproximação. Afinal, caso Bernal não chegue ao 2º turno, alguém ele deve apoiar.

S.O.S

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB-MS) e colegas de outros 13 estados do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste ameaçam decretar situação de calamidade financeira caso o governo federal não conceda a ajuda de R$ 7 bilhões para repor as perdas com os repasses federais. Por cerca de duas horas e meia, eles se reuniram na terça com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e pressionaram pela concessão de um auxílio para compensar a queda de receitas.

Cotas

Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul acatou a recomendação do MPE-MS (Ministério Público do Estado) e vai alterar o edital para garantir aos negros, índios e pessoas com deficiência a reserva do percentual mínimo de 20%, 3% e 5% para cada cargo público oferecido do concurso público para 80 vagas. Na recomendação, o promotor de Justiça Eduardo Franco Cândia, titular da 67ª Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos, pede a republicação do edital corrigido e a reabertura das inscrições pelo mesmo prazo inicialmente previsto.

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