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Noticia de: 02 de Setembro de 2016 - 11:18
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Conjuntura

Willams Araújo

Divulgação

Lexotan

A cada notícia sobre operação deflagrada pela Polícia Federal ou mesmo o Gaeco, e que envolva Mato Grosso do Sul, deixa muita gente com a pulga atrás da orelha. São tantos nomes envolvidos em falcatruas que se fôssemos elencar os nomes aqui levaríamos um bom tempo, além de muito papel e caneta. Quem deve estar lucrando com tudo isso é o setor de farmácias, pois é nele que o pessoal encontra o remédio para dor de cabeça, antidepressivos ou até mesmo calmantes.

Praga
Praga

A questão de desvio de dinheiro público é tão grande que até operação desencadeada pelo Gaeco e pela Polícia Federal em cidade do interior paulista encontrou ramificações com o nosso Estado. Isso demonstra que a corrupção campeia solta pelo país afora sem que ninguém consiga estancar essa roubalheira. Até parece que a prática do prende e solta não inibe aqueles mal intencionados que, vira e mexe, metem a mão no dinheiro do povo.

Proibida

A Justiça Eleitoral tem sido rigorosa com os candidatos que disputam a prefeitura de Campo Grande. Desta vez, pesquisa que estava pronta para ser divulgada foi suspensa por ser considerada contraditória pelo juiz. Com a decisão, o magistrado atende pedido do candidato da coligação ‘Por uma Campo Grande Melhor’, encabeçada por Coronel David (PSC).   Outras acusações envolvendo postulantes à vaga de prefeito estão sendo apuradas.

Congelou

O STJ indeferiu pedido de habeas corpus feito na última quarta-feira pela defesa do prefeito afastado de Campo Grande, Gilmar Olarte (PROS), e da esposa dele, Adréia Olarte (PROS). Com a decisão, que deve ser publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (2), os dois acusados se mantêm presos em Campo Grande. Investigados pelo Gaeco como parte da Operação Pecúnia, eles estão presos desde 15 de agosto por suspeita de utilizarem dinheiro desviado de recursos públicos para compra de imóveis.

FEX

Além dos “restos a pagar” de dois exercícios financeiros que a companheira Dilma (PT) deixou como herança maldita, o presidente Michel Temer (PMDB-SP) terá de abrir os cofres do Tesouro Nacional para liberar outras verbas devidas às prefeituras. Um exemplo é o FEX (Fundo de Fomento à Exportação) referente a este ano que ainda não foi transferido. Pela regra de distribuição, os estados receberão 75% dos recursos e municípios ficam com 25%, partilhado de acordo com os coeficientes da quota-parte do ICMS.


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